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Número atual: Dezembro 2015 - Volume 22  - Número 4

ARTIGO ORIGINAL

1 - Ansiedade, depressão e desesperança no cuidador familiar de pacientes com alterações neuropsicológicas

Anxiety, depression and hopelessness in family caregivers of patients with neuropsychological sequelae

Isadora Di Natale Nobre; Carolina dos Santos Lemos; Adriana Cristina Guimarães Pardini; Janaína de Carvalho; Isabel Chateaubriand Diniz Salles

Acta Fisiátr. 2015;22(4):160-165

Objetivo: Identificar a incidência de ansiedade, depressão e desesperança em 54 cuidadores familiares de pacientes com alteração neuropsicológica após lesão encefálica ocorrida na idade adulta. Métodos: Trata-se de um estudo observacional com corte transversal e análise quantitativa, desenvolvido em um centro de reabilitação (Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD) localizado na cidade de São Paulo. Foram aplicados os instrumentos: Inventário de Ansiedade Beck (BAI), Inventário de Depressão Beck (BDI) e Escala de Desesperança Beck (BHS), juntamente com um questionário de caracterização da amostra. Resultados: Os dados foram analisados estatisticamente e dos familiares entrevistados 55,6% apresentou índices de ansiedade, 20,4% apresentou depressão e 31,5% desesperança. Conclusão: Os cuidadores familiares desta pesquisa apresentaram relevante sofrimento psíquico, apontando a necessidade de ações voltadas especificamente a eles nos programas de reabilitação.

Palavras-chave: Ansiedade, Depressão, Cuidadores, Neuropsicologia

2 - Avaliação da destreza manual em indivíduos com artrite reumatoide

Evaluation of manual dexterity in individuals with rheumatoid arthritis

Karen Kowalski Armanini; Fernanda Matos Weber; Caren Fernanda Muraro; Noé Gomes Borges Junior; Susana Cristina Domenech; Monique da Silva Gevaerd

Acta Fisiátr. 2015;22(4):166-171

Objetivo: Analisar a destreza manual de pacientes com AR em função do nível de atividade da doença. Métodos: Foram avaliados 23 indivíduos com AR, com média de idade de 54,78 ± 12,54 anos. Todos os participantes foram submetidos a uma entrevista para coleta dos dados de identificação e história clínica, coleta de sangue para análise da Proteína C-Reativa, determinação do nível de atividade da doença por meio do Disease Activity Score (DAS-28) e avaliação da destreza manual pelo Moberg Picking-Up Test (MPUT). Para descartar problemas de sensibilidade tátil dos indivíduos, foi aplicado o teste de sensibilidade dos monofilamentos de Semmes-Weinstein. Resultados: Foi observado que o grupo classificado em moderada atividade da doença apresentou maior tempo para execução do MPUT com olhos abertos na mão dominante, quando comparado ao grupo em baixa atividade. O grupo em alta atividade da doença também demorou mais para realizar o MPUT com os olhos fechados na mão dominante, em comparação ao grupo em baixa atividade. Adicionalmente, houve uma correlação positiva entre o DAS-28 e o tempo de realização do MPUT com os olhos fechados na mão dominante. Conclusão: A destreza manual de indivíduos com AR pode estar prejudicada em função do nível de atividade da doença, repercutindo na dificuldade para a realização das atividades de vida diária. Estes dados podem contribuir para a determinação de estratégias de tratamento visando a melhoria da qualidade de vida de pacientes com AR.

Palavras-chave: Artrite, Reumatoide, Destreza Motora, Mãos

3 - Fatores de risco cardiovasculares em pacientes com fibromialgia

Cardiovascular risk factors in patients with fibromyalgia

Hugo Ribeiro Zanetti; Tábata de Paula Facioli; Roberto Furlanetto Júnior; Eduardo Gaspareto Haddad; Leandro Teixeira Paranhos Lopes; Alexandre Gonçalves

Acta Fisiátr. 2015;22(4):172-175

Objetivo: Verificar os fatores de risco cardiovasculares em pacientes com fibromialgia (FM). Métodos: O estudo foi composto por 40 mulheres diagnosticadas com FM e encaminhadas para o setor de Reabilitação Física do Hospital de Clínicas de Uberlândia. Foi aplicado um questionário do American College of Sports Medicine contendo perguntas sobre histórico familiar; tabagismo; hipertensão; dislipidemia; glicose de jejum alterada; obesidade; sedentarismo e etilismo. Resultados: O sedentarismo teve prevalência de 92,5%, hereditariedade 52,5%, obesidade 50%, hipertensão arterial 45%, dislipidemia 37,5%, tabagismo 25%, etilismo 8% e diabetes 7,5%. Além disso, 60% da amostra apresentou três ou mais fatores de risco, 30% apresentou 2 fatores e 10% apresentou apenas um fator de risco. Conclusão: Pacientes com FM apresentam vários fatores de risco cardiovasculares, desse modo, deve-se orientar tais pacientes à mudança do estilo de vida, a fim de reduzir tais fatores e consequentemente eventos cardíacos futuros, e proporciona melhora do quadro de dor.

Palavras-chave: Fibromialgia, Fatores de Risco, Estilo de Vida Sedentário

4 - Permanência prolongada na postura sentada e desconforto físico em estudantes universitários

Prolonged sitting and physical discomfort in university students

Fátima Aparecida Caromano; Cristina Aparecida Padoin de Amorim; Cristina de Fátima Rebelo; Adriana Maria Contesini; Francis Meire Fávero; Jecilene Rosana Costa Frutuoso; Milena Missa Kawai; Mariana Callil Voos

Acta Fisiátr. 2015;22(4):176-180

A evolução do homem promoveu adoção da postura sentada por períodos prolongados, induzindo alterações biomecânicas e fisiológicas no corpo. No ensino, a adoção desta postura pode induzir distúrbios musculoesqueléticos e desconforto físico, associado ou não com aprendizagem. Objetivo: Quantificar e caracterizar o tempo de permanência na postura sentada por estudantes universitários e avaliar relação do tempo com queixas de dor e/ou desconforto. Método: Estudo quali-quantitativo. Coleta dos dados feita por meio de diário. Participaram 47 universitários que registraram número de horas na postura sentada, atividades, presença de dor e/ou desconforto e responderam pergunta aberta sobre suas observações referentes ao período experimental. Foi realizada análise estatística descritiva e calculado o coeficiente de correlação de Spearman entre elas, duas a duas. As respostas à pergunta aberta foram categorizadas e agrupadas segundo a frequência e similaridade. REsultados: Estudantes avaliados permaneceram longos períodos sentados (13,4 DP 1,5 horas). Percepção de desconforto do mobiliário foi relevante. Queixas de desconforto e/ou dor podem estar relacionadas com a permanência prolongada na postura sentada. Os locais com mais queixas de dor foram a cabeça, região cervical, ombros e lombossacral. Quanto maior o tempo na postura sentada, maior a incidência de queixas dor. Não se pode afirmar que a dor provoque ou aumente o nível de estresse. Conclusão: O diário foi ferramenta útil para coleta de dados e serviu como instrumento de interferência na auto-observação e autocuidado. Este estudo contribui para o entendimento de como a postura sentada afeta universitários e fornece indicadores para futuras intervenções.

Palavras-chave: Postura, Dor, Fadiga, Estilo de Vida Sedentário

5 - Associação entre desempenho funcional e quedas em idosas classificadas segundo a faixa etária

Association between functional performance and falls in older women classified by age

Thiago Rogério Padilha Amarante; Anna Raquel Silveira Gomes; Flavia Pinotti dos Santos; Rodrigo Augusto Coelho; Silvia Valderramas

Acta Fisiátr. 2015;22(4):181-185

Objetivo: Avaliar o desempenho funcional e o histórico de quedas de idosas. Método: Estudo observacional de corte transversal, onde foram selecionadas 57 idosas da comunidade, divididas em 3 grupos, segundo a faixa etária: G1- 60 a 69 anos; G2- 70 a 79 anos e G3- 80 a 89 anos. Foram avaliados: mobilidade funcional ("Timed Up & Go Test"); potência muscular (Teste de sentar e levantar 5 vezes); força de preensão manual (dinamômetro manual JAMAR®), histórico e prevalência de quedas. A análise das diferenças intergrupos foi realizada por meio da ANOVA One way e post hoc Tukey. As correlações foram avaliadas por meio do teste de Spearman. Resultados: Idosas do G3 quando comparadas aos grupos G1 e G2, apresentaram diminuição da FPM (18,08 ± 3,29 Kgf vs. 28,10 ± 4,26 Kgf; 18,08 ± 3,29Kgf vs. 22,92 ± 4,01, p = 0,001), da potencia muscular (14,44 ± 2,85s vs. 12,27 ± 2,34s; 14,44 ± 2,85s vs. 13,16 ± 2,27s, p = 0,04) e da mobilidade funcional (11,56 ± 3,10s vs. 8,57 ± 2,25s; 11,56 ± 3,10s vs. 10,30 ± 2,58s, p = 0,004). A maior prevalência de quedas foi nas idosas do G2 (52,6%) sendo que, nos últimos 6 meses, 26% caíram 1 vez, 5% caíram 2 vezes; 10% caíram 3 e 4 vezes. As idosas do G1 e G3 caíram 1 vez. A frequência de quedas apresentou correlação com mobilidade funcional (r = -0,52, p = 0,018). A idade apresentou correlação com a força de preensão manual (r = -0,67, p = 0,0001), potencia muscular (r = 0,31, p = 0,02) e com mobilidade funcional (r = 0,49, p = 0,0001). Conclusão: A prevalência de quedas foi maior na faixa etária entre 70-79 anos e quanto maior a idade pior o desempenho musculoesquelético e funcional.

Palavras-chave: Idoso, Força Muscular, Acidentes por Quedas

6 - A influência da postura corporal nos parâmetros do sistema de oscilometria de impulso em crianças

The influence of body posture on the impulse oscillometry system parameters in children

Letícia Goulart Ferreira; Renata Maba Gonçalves; Maíra Seabra de Assumpção; Camila Isabel Santos Schivinski

Acta Fisiátr. 2015;22(4):186-191

Oscilometria de impulso (IOS) é um método alternativo e complementar de avaliação da mecânica respiratória, mas cuja técnica de execução ainda necessita padronização. Objetivo: Analisar e comparar os resultados de parâmetros do IOS quando realizado em escolares nas posições ortostática e sentada. Método: estudo analítico observacional transversal. Escolares saudáveis de 6 a 12 anos foram submetidos à espirometria e dois exames de IOS randomizados quanto à postura (sentada e ortostática). Os dados foram analisados no SPSS 20.0. Utilizou-se o teste Shapiro-Wilk e, segundo a normalidade dos dados, aplicou-se o teste de Wilcoxon ou t de Student para comparação das posturas. Na correlação entre dados antropométricos e as variáveis oscilométricas empregou-se o teste de Pearson ou Spearman, com p < 0,05. Resultados: participaram 72 crianças, idade média de 8,42 ± 1,26. Não houve diferença entre as variáveis oscilométricas nas duas posturas. Na posição sentada, houve correlação negativa baixa entre altura de tronco (Altronco) e variáveis: resistência a 20Hz (R20) (p = 0,034) e a 5Hz (R5) (p = 0,041), resistência central (Rescent) (p = 0,018) e impedância (Z) (p = 0,030). Em ortostatismo verificou-se correlação negativa baixa entre idade e resistência periférica (Resper) (p = 0,011), R5 (p = 0,014) e Z (p = 0,009). Conclusão: Não houve diferença nos valores das variáveis oscilométricas entre a postura sentada e ortostática. Contudo, a resistência das vias aéreas foi influenciada pela Altronco, estatura e idade. O ortostatismo parece ser a melhor posição para análise da Resper.

Palavras-chave: Criança, Postura, Mecânica Respiratória, Testes de Função Respiratória

7 - A CIF-CJ para crianças e adolescentes com osteogênese imperfeita: a perspectiva de especialistas

The ICF-CY for children and adolescents with osteogenesis imperfecta: the perspective of specialists

Tatiana Vasconcelos dos Santos; Juan Clinton Llerena Júnior; Carla Trevisan Martins Ribeiro

Acta Fisiátr. 2015;22(4):192-198

Objetivo: A partir da perspectiva de especialistas em Osteogênese Imperfeita (OI), identificar as categorias da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde-versão crianças e jovens (CIF-CJ) mais relevantes para avaliação de pacientes. Métodos: Três etapas de questionários enviados por correio eletrônico para cinco especialistas em OI utilizando o método Delphi modificado. Os participantes escolheram a partir de uma lista de categorias de segundo nível da CIF-CJ, as mais relevantes para avaliação da funcionalidade em crianças e adolescentes com OI. Ao final da terceira etapa, foram selecionadas as categorias escolhidas por no mínimo 80% dos respondentes. Resultados: Todos os componentes atingiram categorias com consenso. Os componentes com maior número de categorias escolhidas foram Atividades e Participação e Fatores Ambientais. Conclusão: Uma lista de categorias da CIF-CJ relevantes para OI pôde ser elaborada a partir da perspectiva de especialistas. Esta é uma importante etapa na elucidação do que deve ser avaliado em crianças e adolescentes com OI.

Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Osteogênese Imperfeita, Consenso

ARTIGO DE REVISÃO

8 - Como o estilo de vida tem sido avaliado: revisão sistemática

How life style has been evaluated: a systematic review

Elias Ferreira Pôrto; Claudia Kümpel; Antônio Adolfo Mattos de Castro; Isis Modesto de Oliveira; Fábio Marcon Alfieri

Acta Fisiátr. 2015;22(4):199-205

O estilo de vida corresponde ao conjunto de hábitos e costumes que são influenciados e modificados que podem contribuir para a promoção da saúde. Objetivo: Realizar uma revisão sobre os métodos que têm sido utilizados para a avaliação do estilo de vida, assim como identificar o que tem sido considerado como estilo de vida saudável. Método: Este estudo consistiu em uma revisão sistemática sobre os possíveis métodos de avaliação do estilo de vida e hábitos que são considerados estilo de vida saudável. A pesquisa foi realizada nas bases de dados nacionais e internacionais: LILACS, MEDLINE, PubMed e SciELO, e busca livre no Google acadêmico, como os seguintes descritores: "estilo de vida" "estilo de vida saudável". Resultados: foram encontrados 142 artigos, sobre estilo de vida saudável, 105 não preencheram os critérios estabelecidos, 28 foram considerados elegíveis e foram incluídos no estudo, 10 tinham amostra randomizados, e um pseudo-randomizada, 17 não havia aleatorização no processo. Entre os artigos selecionados havia quatro propostas para validar instrumentos de avaliação de estilo de vida, e uma revisão sistemática. Os instrumentos utilizados nestes estudos não eram muito confiáveis para avaliar estilo de vida, os métodos destes apresentaram baixa responsividade. Conclusão: Podemos concluir que o estilo de vida saudável deve ser iniciado precocemente e continuar durante toda a vida, e as principais ações relacionadas a um estilo de vida saudável, controle de parâmetros metabólico, realizar atividades física, e alimentação saudável, entretanto os instrumentos de avaliação do estilo de vida ainda são pobre na capacidade de resposta.

Palavras-chave: Estilo de Vida, Questionários, Avaliação

9 - Dupla tarefa como estratégia terapêutica em fisioterapia neurofuncional: uma revisão da literatura

Dual task training as a therapeutic strategy in neurologic physical therapy: a literature review

Tassiana Mendel; Wilames Oliveira Barbosa; Adriana Campos Sasaki

Acta Fisiátr. 2015;22(4):206-211

Objetivo: Discutir as possibilidades de utilização da dupla tarefa no âmbito da reabilitação de pacientes neurológicos. Métodos: Foram realizadas buscas nas bases de dados PUBMED, MEDLINE, LILACS e PEDro, com o termo em inglês dual task associados a cada uma das palavras, em separado: treatment, physicaltherapy, rehabilitation, exercise, training, dividedattention, executivefunctions e attentionaldemands. Foram selecionados apenas ensaios clínicos que utilizaram o treinamento de dupla tarefa em população adulta com doença ou lesão neurológica. Resultados: Dos 2024 artigos encontrados, 1017 foram excluídos por se tratarem de artigos duplicados. Dentre os 1007 restantes, 998 foram excluídos após a análise dos resumos. Os nove artigos selecionados avaliaram pacientes com acidente vascular encefálico, traumatismo encefálico, doença de Alzheimer e de Parkinson. A maioria utilizou a marcha como tarefa primária, e uma tarefa cognitiva como secundária. Os programas variaram entre 9 e 48 horas totais de treinamento. Conclusão: O treinamento de dupla tarefa parece ter efeitos positivos na marcha, cognição, habilidades de automatização e transferência de aprendizado, sugerindo que essa pode ser uma estratégia valiosa para a reabilitação neurológica. Entretanto, ainda se faz necessário explicar quais as tarefas que são mais eficientes, o período de intervenção adequado e a extensão do período de retenção do aprendizado.

Palavras-chave: Função Executiva, Terapia por Exercício, Atenção, Neurologia, Reabilitação

RELATO DE CASO

10 - Ganglionopatia como manifestação inicial de neoplasia pulmonar: relato de caso

Ganglionopathy as the initial manifestation of neoplastic lung disease: a case report

Caio Ribeiro Azevedo Gomes; Bruno Nogueira Silva; Gustavo Carneiro Ferrão; Andressa Silvia Faé Nunes; Arquimedes de Moura Ramos; Tae Mo Chung; Lucas Martins de Exel Nunes

Acta Fisiátr. 2015;22(4):212-214

A ganglionopatia é uma entidade rara que consiste na afecção dos neurônios sensitivos da raiz dorsal, fazendo parte do grupo das polineuropatias periféricas do tipo exclusivamente sensitivo com comprometimento axonal e tendo seu diagnóstico feito através de estudo eletroneuromiográfico. A associação entre a ganglionopatia e outras patologias como neoplasias, doenças autoimunes, doença celíaca, entre outras é amplamente citada na literatura. O objetivo deste trabalho é descrever o caso clínico de um paciente com diagnóstico de neoplasia pulmonar cuja manifestação inicial foi a ganglionopatia, incluindo a descrição detalhada do exame eletroneuromiográfico que auxiliou no processo diagnóstico do médico assistente. Concluímos ser importante que o médico neurofisiologista tenha em mente as possíveis causas da ganglionopatia e saiba apontar o médico assistente para que a investigação possa ser realizada de maneira completa e precoce.

Palavras-chave: Polineuropatias, Neoplasias Pulmonares, Relatos de Casos

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