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Número atual:  2016 - Volume 23  - Número 1

ARTIGO ORIGINAL

1 - Perfil de dispensação da toxina botulínica para tratamento da espasticidade: dados nacionais brasileiros

Dispensing profile of botulinum toxin for treating spasticity: Brazilian national data

Tae Mo Chung; Adriana Moro; Ana Paula Coutinho Fonseca; Arquimedes de Moura Ramos; Cristiane Lima Carqueja; Denise Rodriques Xerez; Eduardo Freire de Oliveira; Gláucia Somensi de Oliveira Alonso; Lucia Helena Costa Mercuri Granero; Luiz Antonio de Arruda Botelho; Maurício Rassi; Patrícia Zambone da Silva; Sérgio Lianza; Sonia Maria Carneiro Chaves

Acta Fisiátr. 2016;23(1):1-6

Os fisiatras especializados no tratamento de espasticidade foram reunidos para um painel de discussão a respeito do uso de toxina botulínica (TB) na rede pública de diferentes estados do Brasil. Os dados analisados durante a discussão do Datasus demonstram um baixo perfil de demanda desse produto dispensado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com uma heterogeneidade na distribuição da TB nos estados brasileiros. Esse quadro parece se configurar principalmente por falta de uma política pública devidamente planejada, como a falta de unificação e normatização dos centros de distribuição, pela falta ou inadequação da remuneração do procedimento de aplicação da TB aos centros de tratamento, de modo padronizado pela tabela SUS e escassez de médicos capacitados para realizá-lo junto à falta de centros de reabilitação multidisciplinar habilitados. O uso de toxina botulínica com finalidade terapêutica no Brasil teve início nos anos 90, para tratamento de distonia e de espasticidade. Atualmente, é empregada em diferentes condições clínicas, porém, apesar da crescente demanda e indicações ao longo dos anos, há poucos relatos ou publicações sobre seu uso e benefício para pacientes atendidos pela Sistema Único de Saúde (SUS). Para abordar esse tema, em maio de 2015, na cidade de São Paulo, fisiatras de diferentes estados do Brasil se encontraram e discutiram a relevância da toxina botulínica no tratamento de espasticidade.

Palavras-chave: Toxinas Botulínicas, Espasticidade Muscular/reabilitação, Políticas Públicas de Saúde, Brasil

2 - Comparação dos efeitos de exercícios resistidos versus cinesioterapia na osteoartrite de joelho

Comparison of the effects of resistance exercise versus kinesiotherapy in knee osteoarthritis

Natália Cristina de Oliveira; Sandoval Vatri; Fabio Marcon Alfieri

Acta Fisiátr. 2016;23(1):7-11

O aumento da expectativa de vida de diversas populações coloca a osteoartrite (OA) como uma importante questão de saúde pública, por se tratar de uma doença crônica muito prevalente e que lidera as causas de dor e incapacidade entre adultos e idosos. Objetivo: Comparar a dor, mobilidade, capacidade funcional e força de indivíduos com OA de joelhos submetidos a dois tipos de intervenção: exercício resistido (GER) e cinesioterapia (GCI). Métodos: Tratou-se de um ensaio clínico prospectivo, randomizado e simples-cego do qual participaram 30 pacientes com OA de joelhos, adultos de ambos os sexos. Os voluntários foram avaliados quanto à dor, rigidez articular, funcionalidade, mobilidade funcional e força, por um avaliador cego, antes e após as intervenções. Por meio de sorteio simples, os participantes foram aleatoriamente direcionados a um dos 2 grupos de intervenção, e submetidos a 15 sessões de tratamento, com duração de 30 minutos cada, 2 vezes por semana. Resultados: Ambas as intervenções promoveram melhorias significantes em todas as variáveis avaliadas, e não houve relato de nenhum efeito adverso ao longo da pesquisa. Conclusão: Tanto o exercício resistido como a cinesioterapia são eficazes para melhorar a dor, rigidez articular, funcionalidade, mobilidade funcional e força de pacientes com OA de joelhos.

Palavras-chave: Osteoartrite do Joelho, Exercício, Reabilitação

3 - Como determinar a velocidade inicial da esteira no treinamento aeróbio de hemiparéticos crônicos?

How to determine the initial treadmill speed for the aerobic training of chronic hemiparetics?

Augusto Cesinando de Carvalho; Fernanda Contri Messali; Roselene Modolo Regueiro Lorençoni; Fabricio Eduardo Rossi; Lucia Martins Barbatto; Tania Cristina Bofi; Fabiana Araujo Silva; Luiz Carlos Marques Vanderlei

Acta Fisiátr. 2016;23(1):12-15

Objetivo: Investigar os critérios para estabelecer a velocidade inicial da esteira e viabilizar um treinamento motor funcional ou cardiorrespiratório em hemiparéticos crônicos. Métodos: Foram recrutados 15 hemiparéticos crônicos determinados pelo Lower Extremity Motor Coordination Test (LEMOCOT) e submetidos à avaliação da marcha pelo Time up and go (TUG), Teste de Esforço Máximo (TES) e Teste de velocidade de marcha de 10 metros (TV10M). Resultados: A análise dos valores do LEMOCOT demonstrou uma média de 26,87 ± 9,76 acertos nos alvos no lado não parético e 15,40 ± 8,46 no lado parético. No TUG verificou-se a velocidade média de 0,37 ± 0,14 m/s e no TV10M 0,63 ± 0,23 m/s. No TES a velocidade média foi 0,60 ± 0,25 m/s. Houve correlação forte e significante entre os valores de TUG, TV10M e TEX. Conclusão: O TES e TV10M são testes adequados para serem utilizados como critério de elegibilidade da velocidade inicial para treinos aeróbios, todavia o TES é capaz de revelar o tempo em que o paciente consegue manter a marcha. O TUG não revelou ser um bom instrumento para estabelecer a velocidade inicial do treinamento.

Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Exercício, Marcha

4 - Perfil social de crianças e jovens com paralisia cerebral em um centro de reabilitação física

Social profile of children and teens with cerebral palsy in a physical rehabilitation center

Viviane Duarte Correia; Arlete Camargo de Melo Salimene

Acta Fisiátr. 2016;23(1):16-19

Para o desenvolvimento de programas de reabilitação e ações de saúde, é preciso compreender as mudanças na vida dessas pessoas, para a execução e participação das várias atividades na vida diária. A paralisia cerebral (PC) é causa mais comum de deficiência física grave na infância. Afeta cerca de dois a cada 1.000 nascidos vivos em todo o mundo, enquanto nos países em desenvolvimento, está estimada em 7 por 1.000 nascidos vivos. Objetivo: Conhecer os universos socioeconômico e demográfico da criança com paralisia cerebral do município de São Paulo/SP. Métodos: Trata-se de estudo quantitativo, qualitativo e descritivo, em pacientes com diagnóstico clínico e funcional de paralisia cerebral, ativos em programa de reabilitação, durante o ano de 2014, residentes na cidade de São Paulo/SP, com idades entre 0 e 18 anos, de ambos os sexos. Resultados: Vinte e cinco pacientes participaram do estudo. A pesquisa revelou que 52% (13) dos pacientes são do sexo feminino, com idades de 6 a 15 anos. No âmbito econômico, 80% (20) dos pacientes possuem o Benefício de Prestação Continuada (B.P.C), sendo esta a principal fonte de renda para 40% (10) das famílias. No âmbito familiar, 88% (22) dos pacientes vivem em família nuclear, composta por casais. A segunda maior proporção 20% (5) foi de famílias monoparentais, chefiadas por mulheres. No que refere à participação da figura paterna no tratamento, 56% (14) dos casos contam com o envolvimento paterno, dos quais 91% (22) convivem com a renda familiar de até 2 S.M. Dos contextos familiares, em que não há o envolvimento paterno no tratamento, totalizam 44% (11). A maioria destas famílias vivem com renda familiar de até 1 SM 57% (14) e, em arranjos familiares distintos. Os resultados da pesquisa apontam que 1, em cada 4 pacientes não frequenta o ambiente escolar. Com relação à moradia dos pacientes, 72% (18) não possuem casa própria e, 80% (20) não possuem acessibilidade na residência. Conclusões: Conhecer o meio em que vivem as pessoas com deficiência é de extrema relevância, visto que este pode influenciar positiva ou negativamente, a vivência da saúde e doença. O dinamismo familiar e o empenho do trabalho em equipe no processo de reabilitação poderão contribuir, favoravelmente, ao bem-estar de todos e inclusão social, da criança com PC, e auxiliar na formulação das políticas públicas.

Palavras-chave: Paralisia Cerebral, Crianças, Perfil de Saúde, Assistência Social

5 - Mensuração de sobrecarga emocional em cuidadores de crianças com paralisia cerebral

Emotional overload measurement in caregivers of children with cerebral palsy

Yara Haydenilla Menezes Marques; Tathiana Corrêa Rangel; Gleidially Nayara Bezerra de Moraes; Roberto Rodrigues Bezerra; Rodrigo Feliciano do Carmo

Acta Fisiátr. 2016;23(1):20-24

Objetivo: O presente estudo tem por objetivo avaliar o nível de sobrecarga emocional em cuidadores de crianças com paralisia cerebral, assim como, os possíveis fatores que influenciarão o aumento dessa sobrecarga. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo de corte transversal realizado no período de fevereiro de 2014 a Setembro de 2014, em ambulatórios de fisioterapia de serviços públicos e privados. Resultados: Foram avaliados 41 cuidadores. A média de sobrecarga pela Burden Interview foi de 25,2 ± 10,1, onde 37 desses cuidadores eram mães. A sobrecarga foi maior em indivíduos com renda familiar entre 1 e 2 salários mínimos; idades mais avançadas (33,5 ± 14,77) apresentaram maior tendência à sobrecarga; e indivíduos que apresentaram um maior número de filhos (2 ou 3), tiveram resultado estatístico significante, com p = 0,0091. Conclusão: Os cuidados dispensados às crianças com paralisia cerebral e as condições físicas e socioeconômicas do cuidador são fatores importantes no aumento da sobrecarga emocional destes. Foi possível verificar, ainda, que quanto maior o número de filhos, maior a sobrecarga emocional, e que tal condição está diretamente relacionada à idade do cuidador e a renda familiar.

Palavras-chave: Paralisia Cerebral, Desenvolvimento Infantil, Cuidadores, Carga de Trabalho

6 - Avaliação funcional de pacientes com hemiplegia pós acidente vascular encefálico: Disabilities of the Arm, Shoulder And Hand - DASH

Functional evaluation of hemiplegic patients post-stroke using the Disabilities of the Arm, Shoulder And Hand - DASH questionnaire

Natalia Cristina Thinen; Denise Rodrigues Tsukimoto; Gracinda Rodrigues Tsukimoto

Acta Fisiátr. 2016;23(1):25-29

A hemiplegia pós Acidente Vascular Encefálico (AVE) resulta em limitações na movimentação do MMSS e MMII, prejudicando as capacidades funcionais do indivíduo para o desempenho de suas atividades cotidianas. Objetivo: Verificar se o questionário Disability of the Arm, Sholder and Hand (DASH) é um instrumento apropriado para avaliar pacientes com hemiplegia por AVE. Métodos: Foram entrevistados 100 pacientes com hemiplegia por AVE atendidos pelo serviço de Terapia Ocupacional IMREA HC FMUSP utilizando o instrumento DASH. Resultados: O DASH mostrou-se um questionário válido e reprodutível porque avalia as dificuldades para o desempenho de atividades básicas e instrumentais da vida diária em relação as limitações motoras dos pacientes hemiplégico. Conclusão: Oferece informações do paciente sobre sua opinião e satisfação pessoal em relação sua própria condição física e grau de independência para atividades cotidianas.

Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Extremidade Superior, Inquéritos e Questionários, Terapia Ocupacional

ARTIGO DE REVISÃO

7 - Uma visão global do treinamento físico aeróbio para pacientes com insuficiência cardíaca: estudo de revisão

An overall view of aerobic physical training for chronic heart failure patients: a review study

Francisco José dos Santos Silva; Paulo Roberto Santos-Silva; Julia Maria D'Andrea Greve

Acta Fisiátr. 2016;23(1):30-34

Uma das modalidades de tratamento coadjuvante para a melhora da capacidade física e qualidade de vida em portadores de insuficiência cardíaca (IC) é o treinamento físico aeróbio. Objetivo: Atualizar por revisão sistemática o assunto efeito do treinamento físico aeróbio como coadjuvante no tratamento de portadores de IC. Métodos: Uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados foi realizada utilizando as bases eletrônicas de dados (PubMed/MEDLINE, Lilacs, EMBASE, CINAH e a Biblioteca Cochrane foram pesquisados num período de cinco anos (2010 a 2015). Foram incluídos ensaios com no mínimo 3 meses de seguimento e com a avaliação dos efeitos das intervenções de exercícios como um componente do programa de reabilitação dos portadores de IC. Resultados: Sete protocolos clínicos foram incluídos com 4000 participantes, predominantemente com uma fração de ejeção reduzida (< 50%) e classe clínica II e III pela New York Heart Association. O programa de exercício como variável independente reduziu o risco geral e específico de hospitalização por insuficiência cardíaca e resultou em uma melhora clinicamente importante na qualidade de vida dos pacientes. Os estudos com análise de meta-regressão univariada mostraram que esses benefícios foram independentes do tipo, dose do exercício e duração do seguimento. Conclusão: Dentro dos limites estabelecidos nesta revisão foi possível mostrar que as melhorias na diminuição das hospitalizações e melhoria de saúde relacionados com qualidade de vida com base no engajamento dos portadores de IC em programas de exercício supervisionado parece ser consistente em todos os pacientes, independentemente das características do programa e pode reduzir a mortalidade a longo prazo.

Palavras-chave: Atividade Motora, Consumo de Oxigênio, Qualidade de Vida

8 - Benefício da terapia de ondas de choque no tratamento de úlceras cutâneas: uma revisão da literatura

Benefits of extracorporeal shockwave in the treatment of skin ulcers: a literature review

Marcus Yu Bin Pai; Juliana Takiguti Toma; Danielle Bianchini Rampim; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr. 2016;23(1):35-41

A terapia de ondas de choque (TOC) extracorpórea possui ação analgésica e anti-inflamatória. Com a evolução e compreensão de seus mecanismos físicos e biológicos, foi se estudando a sua aplicação em outras patologias, principalmente em afecções ósseas e musculo-tendíneas. Recentemente, estudos em modelos animais demonstraram a sua capacidade angiogênica e maior taxa de re-epitelização local. Estas pesquisas levaram ao início do uso de TOC radial de baixa energia no tratamento e manejo de diversas lesões de pele de difícil tratamento. As úlceras cutâneas possuem diversas etiologias, variando desde úlceras de pressão, queimaduras, úlceras venosas ou arteriais e também úlceras diabéticas. Seu tratamento é um desafio, devido ao seu tempo prolongado de tratamento (resultando em dificuldades quanto ao seguimento clínico) e também elevados custos. Objetivo: Avaliar a eficácia da TOC na cicatrização de úlceras de diversas etiologias: diabéticas, por pressão, queimaduras, pós-traumáticas, vasculares venosas e arteriais, por meio de uma revisão da literatura. Métodos: Foi realizada uma revisão da literatura, sendo incluídos estudos clínicos em humanos Resultados: 9 artigos preencheram os critérios de inclusão. Os estudos inclusos compreenderam 788 pacientes. Os manuscritos trouxeram uma variedade de padrão de intervenções diferentes. Houve heterogeneidade no tempo de intervenção, número de pulsos e na frequência de sessões, bem como na quantidade de sessões, densidade de energia aplicada, e também no tipo de ondas de choque utilizados nas terapias. Alguns dos trabalhos descritos encontraram uma maior taxa na cicatrização e fechamento completo de lesões em pacientes com lesões crônicas, que não responderam ao tratamento conservador. Porém, há poucos estudos na literatura com qualidade metodológica adequada. Conclusão: A TOC surge como uma alternativa promissora para pacientes que não respondem bem à terapia conservadora. Os resultados são promissores porém com evidências limitadas quanto a diminuição do tempo de cicatrização e na aceleração do fechamento de lesões. Os estudos selecionados não relataram efeitos colaterais significativos, sendo uma terapia segura.

Palavras-chave: Ondas de Choque de Alta Energia, Resultado do Tratamento, Terapêutica

RELATO DE CASO

9 - Modelo intensivo de reabilitação na síndrome de Guillain-Barré: um relato de caso

Intensive rehabilitation model in Guillain-Barre syndrome: a case report

Flavio Tanouye Montini; Daniel Rubio de Souza; Fernando de Quadros Ribeiro; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr. 2016;23(1):42-45

Existem poucas informações na literatura médica sobre a reabilitação de pacientes com a Síndrome de Guillain-Barré (SGB). Há estudos clínicos que demonstram a eficácia do programa de reabilitação por meio de uma equipe interdisciplinar, porém sem protocolos bem definidos e apenas realizados em regime ambulatorial. Este relato de caso tem como objetivo descrever a evolução de um paciente com SGB, durante o programa de reabilitação multiprofissional intensivo em regime de internação, discutindo as possibilidades terapêuticas para reabilitação da doença.

Palavras-chave: Síndrome de Guillain-Barré/reabilitação, Paresia, Quadriplegia, Robótica

10 - Aplicação do Core Set resumido da CIF-CJ para paralisia cerebral em uma criança em idade escolar

Application of the ICF-CY Brief Core Set for cerebral palsy on a school age child

Rafaela Pichini de Oliveira; Carla Andrea Cardoso Tanuri Caldas; Marcelo Riberto

Acta Fisiátr. 2016;23(1):46-50

O desenvolvimento dos Core Sets da CIF para Crianças e Jovens com paralisia cerebral (CIF-CJ-PC) foi publicado em Junho de 2014. Descrevemos a aplicação do Core Set resumido em uma criança de 09 anos de idade, com o objetivo de propor métodos disponíveis e aprimorar sua aplicabilidade na prática clínica. Para realizar esta avaliação selecionamos instrumentos padronizados já consagrados na literatura que conseguissem prover a qualificação de cada categoria do Core Set. Para os itens que não poderiam ser qualificados por escalas específicas, foram formuladas perguntas simples direcionada para o paciente e seu responsável. Ao aplicar a versão resumida da CIF-CJ-PC pudemos demonstrar dados que descrevem a funcionalidade do paciente deforma objetiva, bem como a forma como os fatores de contexto atuam. Concluímos que a avaliação rotineira desses jovens pode ser expressa numa linguagem que permite comparação e elaboração de relatórios com finalidade clínica, administrativa e epidemiológica.

Palavras-chave: Paralisia Cerebral, Criança, Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde

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