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Número atual: Dezembro 2003 - Volume 10  - Número 3


ARTIGO ORIGINAL

A sexualidade no envelhecer: um estudo com idosos em reabilitação

The Sexuality in aging: a study with elderly under rehabilitation


Renata Maria Ortiz De Silva

Mestre em Enfermagem. Enfermeira chefe do Serviço de Enfermafem da Divisão de Medicina de Reabilitação HC-FMUSP.


Resumo

O objetivo deste estudo descritivo foi caracterizar os participantes do Grupo de Educação a Saúde (GES) da Divisão de Medicina de Reabilitação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (DMR-HCFMUSP) quanto à prática de atividade sexual de idosos, identificando as alterações na função sexual e expectativas dos mesmos com relação à sexualidade. Para a coleta de dados utilizou-se instrumento especifico, com três partes, na primeira foram informados dados sócio-demográficos; nas demais partes tanto homens quanto mulheres foram questionados quanto a regiões do corpo onde preferiam a estimulação sexual, a freqüência da atividade sexual e formas de obtenção de prazer. Para os homens foram direcionadas questões específicas sobre ereção, ejaculação. Para mulheres investigou-se a ocorrência de orgasmos e libido, bem como aspectos fisiológicos envolvidos no ato sexual. Nossa amostra foi de 36 pacientes, cuja média de idade era 70 a 75 anos, sendo 31 mulheres (86%). Quanto ao estado civil: 16 eram viúvos (44%) 10 casados (28%); 5 solteiros (14%) e 5 divorciados (14%). Os dados apontam que 12 dos participantes praticam sexo de 0 a 3 vezes por semana.Em relação à freqüência das atividades sexuais 77% participantes julgaram-na satisfatória e 21 afirmaram sentir prazer (81%). A forma de estímulo preferida foi o uso de carícias 10 (56%), seguida por carícias e beijos em 4 (22%) ou masturbação em outros 4 (22%). Como zona erógena, 8 (30%) pessoas mencionam a cabeça, seguida de boca e pescoço 6 (22%), mamilos, peito e genitais 2 (7%). O estudo permitiu a verificação das características peculiares da atividade sexual em idosos, servindo como base para investigações clínicas aprofundadas a partir das quais abordagens mais amplas podem ser implementadas.

Palavras-chave: Sexualidade. Reabilitação. Idosos. Gerontologia




INTRODUÇÃO

Verificou-se aumento da expectativa de vida do idoso no Brasil em virtude da difusão de benefícios farmacêuticos, médicos e sanitários, que caminham à frente das condições sociais, econômicas, culturais e políticas1. Pensando neste aumento da expectativa de vida resolvemos discutir a sexualidade no envelhecer, o que não é uma tarefa muito fácil, pois, trata-se de um tema ainda pouco explorado e desconhecido em nosso meio, envolvendo mitos e preconceitos a serem vencidos.

A velhice tem sido associada a dependência, e a sexualidade nesta faixa etária é relacionada à perda. As abordagens médica, biológica e psicológica, na maioria das vezes, tendem a confirmar o envelhecimento como tempo de declínio e decadência. Assim, a velhice tem sido pensada quase sempre como um processo degenerativo, oposto a qualquer progresso ou desenvolvimento, após o limite socialmente definido como fim do período produtivo2.

Envelhecer é um processo fisiológico que começa na concepção e acarreta mudanças, características de cada espécie durante todo o ciclo vital3. Portanto, a progressão do envelhecimento não pode ser evitada, mas sim melhorada, sendo necessário distinguir as alterações produzidas pelas diversas doenças que podem acometer o idoso (senilidade), das mudanças que ocorrem no organismo apenas pela passagem dos anos, correspondentes aos efeitos naturais do processo de envelhecimento (senescência). Desta forma, não devemos relacionar a terceira idade apenas a processos patológicos, mas também a idosos saudáveis, à procura de orientações que melhorem a sua expectativa e qualidade de vida4.

Para MASTERS; JOHNSON5-6, pioneiros no estudo da fisiologia da resposta sexual, o sexo é o centro de preocupações entre homens e mulheres gerando angústia, desejos, traumas, injustiças e, conseqüentemente, aumento ou diminuição da libido. Na terceira idade ocorre uma falência generalizada das funções dos órgãos vitais, declínio da aparência física, do erotismo, além da própria atração. A expressão da sexualidade do idoso está diretamente relacionada às suas crenças, valores e tabus. A cultura também deve ser levada em consideração, uma vez que determina padrões específicos de atividade sexual.

Recentemente, vários autores7-8 têm demonstrado não existirem razões fisiológicas que impeçam pessoas da terceira idade, em condições satisfatória de saúde, de apresentarem uma vida sexual ativa. Alterações hormonais, assim como modificações morfofisiológicas dos aparelhos genitais masculino e feminino, não explicariam a total paralisação da atividade sexual.

Nos últimos anos, a prática da sexualidade vem se modificando de forma revolucionária em todas as faixas etárias. Portanto, sexualidade é certamente um dos aspectos importantes da existência da humanidade, sendo que apenas nas últimas décadas as pessoas começaram a estudá-la objetivamente. O idoso deve ser encorajado e apoiado, bem como orientado a receber informações necessárias e até mesmo um tratamento adequado.

Neste artigo, a autora procurou conhecer a prática referente à atividade sexual de idosos identificando as alterações na função sexual e expectativas dos mesmos com relação à sexualidade do Grupo de Educação à Saúde da Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (GES).


CASUÍSTICA E MÉTODO

A amostra deste estudo foi composta por 36 participantes do GES. Foram considerados como critério de inclusão: ter idade igual ou superior a 60 anos, ser participante do GES no período de 2000 e 2001; aceitar participar da pesquisa, assinando o termo de consentimento pós-informação; comparecer no dia da aplicação do questionário. Foram excluídas as pessoas que estivessem sendo submetidos a algum tipo de tratamento que pudesse interferir na assiduidade ao programa, o que justificou o afastamento de 4 participantes.

O GES foi criado em 1986, surgido da necessidade de assistir ao idoso em um programa reabilitativo com abordagem interdisciplinar. Os pacientes se inscrevem em uma lista de espera, após passam por uma triagem anual realizada pela equipe multidisciplinar, onde então são selecionados 10 indivíduos com ou sem deficiência física, porém, em condições físicas e psicológicas para cumprirem o programa de reabilitação. Assim, formam-se 2 grupos, totalizando 20 indivíduos com idade maior ou igual a 60 anos. Os atendimentos são realizados duas vezes por semana, das 8:00 às 15:00 horas, por um período de 1 ano. O Serviço de Enfermagem direciona sua assistência aos idosos do grupo através de aulas expositivas com uma hora de duração, tendo como objetivo geral esclarecer-lhes as alterações decorrentes do processo de envelhecimento relacionados às funções fisiológicas de todos os sistemas.

Os dados foram obtidos através da aplicação de um questionário contendo três partes. A primeira parte consta de dados sóciodemográficos sendo aplicado para ambos os sexos: idade, estado civil, escolaridade, religião, profissão, renda mensal, condições e local de moradia. A segunda parte foi destinada somente aos homens e refere-se a dados sobre a sexualidade: estímulo sexual, regiões do corpo que sente prazer, prazer na atividade sexual, freqüência, horário e local de preferência do ato sexual, dados sobre ereção, ejaculação, cirurgias anteriores, busca de informações, alteração no desempenho sexual, expectativas quanto à sexualidade. E a terceira parte engloba perguntas sobre sexualidade relativa ao sexo feminino: estímulo sexual, regiões do corpo que sente prazer, prazer na atividade sexual, freqüência, horário e local de preferência do ato sexual, dados sobre orgasmo, lubrificação vaginal, cirurgias anteriores, busca de informações, alteração no desempenho sexual, expectativas quanto à sexualidade (anexo I).


RESULTADOS

As características sócio-demográficas da clientela, conforme Tabela 1, revelaram média de idade de 70,82 ± 5,22 anos, variando entre 60 e 80 anos; a renda média salarial era de 6,41 ± 3,75 salários mínimos, variando entre 1 e 12. Houve preponderância do sexo feminino: 31 mulheres (86%) e, quanto ao estado civil, identificaram-se 16 pessoas viúvas (44%), 10 casadas (28%); 5 solteiras (14%)e 5 divorciadas (14%). Quanto a escolaridade, a maior parte dos participantes apresentava estudo formal apenas até o final do primeiro grau (55%). Com relação à religiosidade, 26 (74%) eram praticantes de alguma religião. Quanto à moradia, 20 (55%) residiam em apartamento ou casa própria motivo que ao morarem com os filhos quase sempre dividem o aposento com netos ou sobrinhos permanecendo assim sem a sua privacidade.




A tabela 2 refere-se à freqüência da atividade sexual dos participantes do GES. Os dados mostram que 12 (75%) dos participantes praticam sexo de 0 a 3 vezes por semana. Ressaltamos que para a freqüência sexual de zero também estão incluídos os participantes solteiros e os que nunca tiveram relação sexual que foram num total de 8 (22%). Em relação à freqüência das atividades sexuais, 17 (77%) participantes julgaram-na satisfatória. Em relação ao prazer, 21 (81%) informaram senti-lo durante as relações. Entre as pessoas que praticavam a masturbação, os motivos alegados para esta prática foram a saúde do parceiro e estarem solteiras. Á analise dos resultados ressaltamos que o número de repostas não corresponde ao número de participantes porque 10 questionários permaneceram sem respostas.




A tabela 3 descreve a forma como os participantes do estudo gostam de ser estimulados. Em relação à atividade sexual verificou-se que preferem carícias 10 (56%), carícias e beijos 4 ( 22%) e 4 (22%) praticam a masturbação para conseguir a satisfação sexual e 0% indicou o ato sexual. Podemos perceber que o ato sexual propriamente dito não se faz necessário sendo o mais importante carinhos e beijos para conseguirem a sua própria satisfação.




Como zona erógena, 8 (30%) pessoas mencionam a cabeça, seguida de boca e pescoço 6 (22%), mamilos, peito e genitais 2 (7%). Como zona erógena secundária mencionaram o rosto 7 (30%), mamilos 5 (22%), peito 4 (17%), genitais 3 (13%), boca 2 (9%), pescoço e nuca 1 ( 5%) .


DISCUSSÃO

Obtenção de dados sobre sexualidade na população idosa é sabidamente um desafio, pois enfrenta a resistência de valores morais e culturais, bem como a timidez e outros bloqueios dessas pessoas9. Conseguir abortar o assunto sexualidade é difícil nesta faixa etária porque alguns indivíduos podem apresentar fatores psicológicos agravantes, como traumas e ressentimentos, que impedem a exposição de conteúdos mais íntimos pelo paciente.

Neste estudo foi possível avaliar com credibilidade as respostas, pois criou-se um processo de confiabilidade com os pacientes no decorrer desde ano. Compreender que 8 pessoas da população nunca tiveram um relacionamento sexual e mesmo assim resolveram responder ao questionário, foi para a entrevistadora uma surpresa. A partir das respostas oferecidas pelos participantes foram estruturadas atividades educativas referentes aos temas abordados nas entrevistas.

De maneira geral a expectativa dos idosos em relação a sua sexualidade e a do parceiro é negativa. Para um grande numero de casais, a relação sexual perde a espontaneidade e cai na rotina. Em geral, a relação sexual ocorre na cama, no escuro, antes de dormir e sem nenhuma atmosfera romântica7. Por isso deve-se orientar a esses pacientes quanto a necessidade de carinhos e estímulo ao companheirismo. De outro lado verificamos que também existe uma vontade latente e confessada da expressão sexual como em outra idade qualquer e isto foi possível averiguar nesta pesquisa quando as mulheres relatavam a falta de parceiros homens.

Verificamos que na terceira idade a forma de prazer vem sendo alterada, o desenvolvimento e a busca da sexualidade do idoso apresenta- se na forma de sedução: o toque, o carinho, beijos e o diálogo; são algumas alternativas que trarão de volta o erotismo que poderia ter sido apagado pelas dificuldades, rotinas, doenças ou perdas. O sexo vaginal deixa de ser a principal fonte de prazer e o erotismo apresenta-se mais difuso, passando a se manifestar por outras formas de estimulação e outras zonas erógenas. O importante é que essas pessoas estejam preparadas para desfrutar de alternativas diárias como o toque, carícias, massagens, bem como todo o carinho proporcionado pelo momento a dois10.

Os nossos achados corroboram a literatura na qual autores11-12 relatam que as mulheres preferem caricias, abraços, beijos, toques com manipulação dos seios ou clitóris, sem o coito, podendo se excitar a ponto de atingir o orgasmos sem penetração. Em nosso estudo conseguimos levantar que 55% preferem caricias sendo a região preferida para estímulos sexuais a cabeça 30%, tendo como uma segunda zona de estimulação o rosto em 30% das pessoas. Desta forma, concluímos que proporcionar carinho e afeto, entre outras formas de estímulo, bastavam para a amostra estudada. Concluímos que só 7% relataram os genitais como zona preferida para estimulação. Elevando a importância desses fatos visto que em outro estudo como de "Charlesnton Heart Study Cohort" encontraram uma taxa de inatividade sexual de 30% para homens de 60 a 69 anos e de 60% aos pacientes com 80 anos o que em nosso estudo passou desapercebido, porque o que se sobressaiu mais foi o carinho e afeto.

Outros estudos revelam que uma porcentagem grande de indivíduos acima de 65 anos mantém atividade sexual, e encontram-se satisfeitos com sexo, revelando um declínio discreto na freqüência da atividade sexual. Observamos que encontramos diferentes modos culturais entre os homens e as mulheres. Para elas o mais importante é carinho amor e companheirismos, enquanto que para eles a atividade sexual ainda é a maior fonte de prazer. Mesmo com uma ereção incompleta é possível o homem se satisfazer, porém a sua companheira não consegue atingir o orgasmo.

Nesta amostra conseguimos relatar que uma 77% dos pacientes referem que freqüência sexual de até 3 vezes por semana é satisfatória, bem como que 81% desta amostra tem prazer em alguma forma de relacionamento.

No que compete às modificações orgânicas, estas são assumidas com a própria naturalidade da vida. A qualidade erétil na terceira idade não é mais a mesma dos 18 anos. Suas reservas funcionais também podem ser diminuídas e doenças associadas, assim como o uso de medicamentos pode diminuir seu desejo sexual e performance13.

Para as mulheres, na menopausa, ocorre diminuição da lubrificação vaginal durante a atividade sexual. Como resultado há diminuição do desejo sexual; o orgasmo pode ser menos intenso e a excitação genital durante o sexo pode ser menos efetiva e menos confortável sem o uso de lubrificação externa. A terapia de substituição hormonal retarda estas mudanças em muitas mulheres7.

Nos homens, os declínios moderados de testosterona não resultam em alterações tão drásticas como acontece na função sexual feminina14. A estimulação sexual em homens pode levar mais tempo exigindo a manipulação de genitália, as ereções tendem a ser menos duradouras. O volume ejaculatório diminui e o período refratário após as relações aumenta significativamente8.

Quando o homem apresenta problemas psiquiátricos, doenças vasculares periféricas, diabetes mellitus ou foi submetido a cirurgia de próstata também pode apresentar distúrbios na ereção e ser beneficiado por tratamento clínico ou cirúrgico. Esses mecanismos podem proporcionar um aumento na qualidade da sexualidade ou do ato sexual propriamente dito induzindo a uma melhora da qualidade de vida15.

Tais fatos que melhoram a qualidade de vida dos idosos podem levar a manifestações e sentimentos de alegria interior, resultando em elevação da auto-estima e conseqüentemente levá-los a se apresentarem cada vez mais sociáveis, competentes e confiantes, e quando ocorre um relacionamento nesta faixa etária verificamos que, como um adolescente, os olhos brilham e reaparece o desejo e a vontade de permaneceram juntos, como foi observado pela autora.


CONCLUSÕES

Uma nova cultura vem sendo explorada sobre o envelhecer, refletindo uma variabilidade na relação e uma gama de experiências diferentes, crenças e atitudes1.Nossos dados mostraram que algumas pessoas encontram sua forma particular de satisfação. As próprias pessoas de mais idade têm declarado que afeto, calor e sensualidade não precisam se deteriorar com a idade e, na verdade, podem até mesmo aumentar16.

O sexo na idade madura deverá proporcionar paixão, afeto, admiração, lealdade, prazer e outras emoções, intimidade compartilhada ou não, comunicação, amor, carinho. Isto pode acontecer em relações antigas que cresceram e se desenvolveram através dos anos, em relacionamentos que melhoraram na idade madura, e em novas relações como um segundo casamento17. O sexo para as pessoas da terceira idade pode provar que seus corpos ainda são ativos e capazes de funcionar bem e ainda causarem prazer a ambos como foi visto pelos resultados que apontamos. A proximidade e a intimidade da união sexual traz segurança e significado para a vida das pessoas17.

Desenvolver protocolos de atuação e programas de educação a saúde; enfocar medidas preventivas quanto às disfunções eréteis, menopausa, andropausa, divulgar a existência de métodos clínicos e ou cirúrgicos para a expressão da sexualidade, trabalhar diretamente com o idoso despertando o interesse, dando ênfase aos seguintes aspectos: atividade sexual, preconceitos, medo, vergonha, culpa e falsas ideologias. Estas metas devem ser adotadas para melhoria da assistência prestada e consequentemente da qualidade de vida desta clientela.

A vida sempre continua e a sexualidade, permanece sendo um dos nossos limites, torna-se difícil falar dela. Mas fica a lembrança de que quando nascemos o nosso coração bate e a respiração acontece. E, assim como essas e tantas outras ações orgânicas, a nossa sexualidade também existe desde o início e vai nos acompanhar até o nosso final, como seres humanos, de maneira mais ou menos intensa, de acordo com nosso aprendizado.

Estas considerações levam a uma reflexão de que a sexualidade no idoso mostrou-se um desafio para os profissionais de saúde, devendo esta área ser investigada e aprofundada a partir de uma abordagem holística.

Finalizando, este estudo traz uma contribui para escassa literatura nacional sobre este tópico, alertando para um maior aprofundamento das investigações nesta área como também para aperfeiçoar a assistência prestada.


REFERÊNCIAS

1- Magalhães D N. Brasil 2001, a invenção social da velhice. [citado 2001 fev 1]. Disponível em: URL Http/www.Intelecto.net/cidadania/dirceu1.htm.

2-Paschoal S M P. Epidemiologia do envelhecimento. In: Papaléo Netto M. Geriatria. São Paulo: Atheneu; 1996. p. 124.

3- Silva W N et al. Temas de clínica geriátrica. São Paulo: Procienx; 1973. p.263-301.

4- Passareli M C G. O processo de envelhecimento em uma perspectiva geriátrica. Mundo da saúde 1997;21(21):208-12.

5- Masters W H, Johnson V E. Incompatibilidade sexual humana. Buenos Aires: Intermédica; 1976.

6- Masters W H, Johnson V E. A resposta sexual humana. São Paulo: Roca; 1984. p.296.

7- Merck Manual of Geriatrics. USA; 1999. [citado 1999 set 29 ]. Disponível em: URL: http/www.Merck.com/pubs/mm-geriatrics.

8- Freedman M L. Assessment and treatment of erectile dysfunction in late life. (Presented at Annual Meeting, American Association for Geriatric Psychiatry; 1999 march 13; New Orleans)

9- Carneiro M V. Sexualidade: o fantasma da terceira idade. Intercâmbio. 1991;4(10):5-

10- Lopes G, Maia M. Sexualidade e envelhecimento. São Paulo: Saraiva; 1994. p.135.

11- Tiefer L. A sexualidade humana: sentimentos e funções . [ s.l.], Harper & Row ; 1981 p.128.

12- Ramos E. Orgasmo na velhice In: Noticias Médica: Fundação Assefaz [citado 1999 out 18]. Disponível em URL http://www.assefaz.org.br/medico

13- Metz E U, Mineiro M H, Metz M E, Miner M H. Male "menopause," aging, and sexual function: a review. Sex and disabl. 1995 13(4):287-307.

14- Guimarães R M, Cunha U G V. Sinais e sintomas em geriatria. Rio de Janeiro: Revinter; 1989.

15- Johnson B.Older adult's suggestions for helth care providers regarding discussions of sex. Geriatr Nurs 1997;18(2):65-6.

16- Menezes M D. Projeto sexualidade ( Prosex). São Paulo: Instituto de Psiquiatria/ HCFMUSP; [s.d].

17- Althof S E, Seftel D C. The evaluation and management of erectile dysfunction. Psychiatry Clin North Am. 1995;18(1):171-192.










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