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Número atual: Março 2013 - Volume 20  - Número 1


ARTIGO DE REVISÃO

Publicações brasileiras referentes à Classificação Internacional de Funcionalidade

Brazilian publications on the International Classification of Functioning


Luciana Castaneda1; Shamyr Sulyvan de Castro2

DOI: 10.5935/0104-7795.20130006

1. Professora, Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação - Laureate Universities
2. Professor Adjunto. Departamento de Fisioterapia Aplicada, Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM


Endereço para correspondência:
Luciana Castaneda
E-mail: mailucianacastaneda@yahoo.com.br

Recebido em 18 de Dezembro de 2012.
Aceito em 15 Março de 2013.


Resumo

Considerando o aumento das doenças crônicas e da expectativa de vida, é de grande interesse atual a mensuração dos fenômenos de funcionalidade e incapacidade. A Organização Mundial de Saúde há cerca de 30 anos vem desenvolvendo ferramentas para entendimento e classificação destes processos, sendo o modelo atual a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF). A CIF propõe uma mudança de paradigma, onde o modelo biopsicossocial substitui o modelo biomédico predominante. É o mais recente e abrangente modelo taxonômico para a funcionalidade e incapacidade dentro de uma perspectiva universal e unificada.
OBJETIVO: Em virtude do crescente interesse da comunidade científica pelo tema, o objeto do trabalho é descrever e classificar por áreas de conhecimento as publicações referentes à CIF.
MÉTODO: As bases de dados utilizadas foram Lilacs e Scielo. Foram selecionadas 39 publicações.
RESULTADOS: A maioria das publicações foi referente a artigos originais (51,3%) e a área de conhecimento com maior número de trabalhos foi a Neurologia.
CONCLUSÃO: Os resultados apontam que houve um crescimento elevado de publicações nos últimos cinco anos.

Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Prática Clínica Baseada em Evidências, Coleta de Dados, Literatura de Revisão como Assunto




INTRODUÇÃO

A deficiência e a mensuração da incapacidade e funcionalidade são temas de interesse crescente a partir do momento em que as doenças crônicas têm apresentado alta prevalência e incidência e o aumento da expectativa de vida é um fenômeno característico nas sociedades modernas. A incapacidade em particular, é uma categoria subjetiva e ambígua.1 Em virtude disso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) há cerca de 30 anos vem desenvolvendo modelos de entendimento e classificação dos fenômenos de funcionalidade, incapacidade e deficiência.

Em 1980, a OMS elaborou uma classificação para descrever as consequências das condições adversas de saúde ou doenças, denominada Classificação Internacional de Deficiências, Incapacidades e Desvantagens (CIDID). Esta classificação tinha como referencial teórico a incapacidade, dividida em três dimensões, operacionalizadas como consequência de uma doença ou lesão em uma sequência linear. As consequências das doenças se manifestavam como danos/lesões no nível corporal, que eram definidas como anormalidades corporais ou de estruturas orgânicas e funções (impairments/deficiências); incapacidade, definida como restrição da habilidade pessoal para realizar tarefas básicas (disability/incapacidade); e desvantagem experimentada ao desempenhar um papel social (handicap/ desvantagem).2

A concepção de um modelo de relação causal linear - no qual o dano a uma estrutura ou função corporal leva a uma incapacidade e esta a determina uma desvantagem para a realização dos papéis sociais - começou a sofrer críticas e questionamentos. Dentre os questionamentos, estava a progressão fixa de uma sequência de eventos baseada em acometimentos clínicos. Diante da necessidade de adequação do modelo, diversos centros colaboradores da OMS, em conjunto com organizações governamentais e não governamentais, incluindo grupos de pessoas portadoras de necessidades especiais, se engajaram para revisar a CIDID.3 Em 2001, a OMS aprovou a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF).4 A CIF é um sistema de classificação que descreve a funcionalidade e incapacidade relacionada às condições de saúde, refletindo uma nova abordagem que deixa de focalizar apenas as consequências da doença para destacar também a funcionalidade como um componente da saúde. O modelo teórico da CIF avança em relação à CIDID à medida que classifica a saúde pela perspectiva biológica, individual e social em uma relação multidirecional.5

A CIF foi uma ferramenta criada para fornecer uma linguagem comum para descrição dos fenômenos relacionados aos estados de saúde e é o mais recente e abrangente modelo taxonômico para a funcionalidade e incapacidade dentro de uma perspectiva universal e unificada. O modelo proposto traz um novo olhar sobre a deficiência e a incapacidade, que supera o modelo biomédico predominante.6

A informação é organizada em duas partes com dois componentes cada. A parte 1 (Funcionalidade e Incapacidade) consiste dos domínios de Funções do corpo (b) e Estruturas do corpo(s) e Atividades & Participação (d). Já a parte 2 (Fatores Contextuais) é formada pelos Fatores Ambientais (e) e pelos Fatores Pessoais (não passíveis de classificação até o momento), conforme demonstrado na Figura 1. A descrição da funcionalidade envolve a presença de um qualificador (que funciona com uma escala genérica de 0 a 4, onde 0 é nenhuma deficiência e 4 uma deficiência completa). Os qualificadores demonstram a magnitude da deficiência, limitação, restrição, barreiras ou facilitadores das condições de saúde.7


Figura 1. Modelo de interação dos conceitos da CIF



A CIF complementa os indicadores que tradicionalmente tem seu foco em óbitos ou morbidades. Apesar dos indicadores de mortalidade, diagnósticos e morbidades serem importantes, eles não evidenciam adequadamente as consequências da doença nos indivíduos e nas populações. Os conceitos apresentados na classificação introduzem um novo paradigma para pensar e trabalhar a deficiência e a incapacidade, não somente percebidas como consequência das condições do binômio saúde/doença, mas determinadas também pelo contexto do meio ambiente físico e social, pelas distintas percepções culturais e posturas diante da deficiência, pela disponibilidade de serviços e de legislação. Este modelo de entendimento da funcionalidade é mais dinâmico e compatível com a complexidade do conceito de saúde.8

As publicações de artigos científicos em revistas internacionais relacionados à CIF têm aumentado o destaque dado à classificação e proporcionado um aumento do conhecimento teórico e clínico da área.9 Além disso, os relatos de experiências práticas também contribuem para a disseminação e aplicação da classificação,10 o que é preconizado pela OMS. Por isso, a pesquisa e determinação da produção científica a respeito da CIF no Brasil podem ajudar a direcionar os pesquisadores para áreas ainda não exploradas ou carentes de publicação, aprimorando assim, o instrumento para uso clínico e acadêmico em nosso país.

O presente trabalho tem o objetivo de revisar e classificar por áreas de conhecimento as publicações referentes à Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde na literatura nacional.


MÉTODO

A pesquisa é uma revisão da literatura de delineamento descritivo com base em dados secundários. As bases de dados utilizadas para a pesquisa foram Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e a Scientific Electronic Library Online (SciELO). Os dados foram coletados durante o mês de Janeiro de 2013. O processo de consulta utilizou os descritores Classificação Internacional de Funcionalidade e CIF no título e/ou resumo. Foi considerado o período de Janeiro de 2002 a Dezembro de 2012, pois a mesma foi publicada oficialmente pela OMS em 2001 e traduzida para o português em 2003.

Em relação à consulta foram encontradas 111 publicações. Os resumos foram lidos e destes 39 foram selecionados (Quadro 1). Os critérios considerados para inclusão foram:




1. publicação original, conceitual, metodológica, teses, dissertações, editoriais e resenhas;

2. publicações em português;

3. publicações que versem sobre a utilização da CIF como ferramenta ou que explorem seus conceitos e propriedades. Foram excluídos os trabalhos que não se relacionavam à área de saúde.


RESULTADOS

Das 39 publicações selecionadas, 36 se tratam de artigos científicos, 2 teses de doutorado e 1 dissertação de mestrado. A análise descritiva dos estudos selecionados está disposta no Quadro 1.

Analisando a distribuição por áreas temáticas, podemos observar o predomínio de publicações que apresentam artigos originais (51,3%), conforme demonstrado no Quadro 2. No campo da reabilitação, a área de Neurologia foi a que apresentou o maior número de publicações. Uma área relevante no cenário de pessoas com incapacidade e deficiência, como a oncologia apresenta apenas um trabalho. Outras áreas não menos importantes como a cardiologia e a pneumologia não apresentaram nenhuma publicação. A classificação por temática está disposta na Figura 2.




Figura 2. Temáticas mais frequentes nos artigos selecionados das publicações brasileiras, no período de Janeiro de 2002 a Dezembro de 2012 (n = 39)



Observa-se que o numero de publicações vêm crescendo ao longo dos últimos dez anos, sendo o ano de 2008 o que contou com o maior numero de publicações, seguido do ano de 2010, conforme demonstrado na Figura 3. Em relação ao desenho de estudo, dos 20 artigos e trabalhos originais 15 foram estudos observacionais, descritivos, do tipo transversal. Destes 15, somente um pouco mais da metade indicada o desenho de estudo no resumo e/ou texto completo.


Figura 3. Artigos publicados abordando a temática da CIF, no período de 2002 a e 2012 (n = 39)



DISCUSSÃO

A CIF aparece no cenário mundial da reabilitação como uma ferramenta promissora e com grande potencial de adesão e aplicabilidade. Embora esteja ocorrendo um aumento no número das publicações relacionadas à classificação no Brasil, ainda são poucas se comparadas a outros países, especialmente os da Europa. Chama também a atenção o pouco número de Dissertações e Teses utilizando a CIF (somente 4) e todas elas de uma mesma instituição. Isso demonstra a eminente necessidade de inclusão da CIF na agenda dos programas de pós-graduação em saúde (principalmente os de reabilitação).

A OMS após alguns anos de publicação da CIF identificou que a classificação, em seu formato original, com 1454 categorias, era muito lenta e impraticável para uso cotidiano. Eles sugeriram que listas resumidas com conceitos relevantes deveriam ser desenvolvidas para condições específicas de saúde e situações crônicas. Os Core Sets, como são denominados, tem o intuito de encorajar os profissionais de saúde a utilizarem a ferramenta e de tornar mais prático e fácil o acesso a CIF. Existem duas versões do documento: abrangente e abreviada, sendo a primeira recomendada para fins de investigação e a segunda para utilização na prática clínica. Existem modelos para acidente vascular encefálico, doença pulmonar obstrutiva crônica, obesidade, doença coronária, condições ortopédicas, dentre outros já publicados e alguns que estão em desenvolvimento.50 Santana,41 em sua revisão bibliográfica, pontua que a grande maioria dos pesquisadores acredita que a criação de listas resumidas seja um bom caminho para a aplicação da classificação na prática. De acordo com a revisão do autor, não há documentação sobre regiões ou países que utilizem a CIF em sua forma integral e que a utilização epidemiológica é pouco explorada.

Ocorre uma discussão na comunidade científica sobre o uso dos Core Sets, ressaltando que este pode retornar ao modelo biomédico por partir do foco da doença e não da funcionalidade.13 O Core Sets é uma ferramenta que pode ser utilizada como o modelo de entendimento da funcionalidade e também como uma ferramenta estatística e epidemiológica.51 Portanto, a decisão sobre utilizar a CIF, de forma integral ou pelos Core Sets, fica a critério pessoal e depende do interesse do usuário, da instituição e da finalidade.

Nossos resultados apontam para um grande número de trabalhos originais (cerca de 50%), o que reflete a superação da fase inicial de publicação de trabalhos relacionados à classificação que versavam sobre as propriedades e aplicações da ferramenta. Além disso, em alguns trabalhos a metodologia de aplicação da CIF não ficou claramente definida, o que pode refletir a persistência das dificuldades encontradas de aplicação clínica e utilização dos qualificadores. Ao analisarmos o desenho de estudo dos artigos originais, observamos que a maior parte dos artigos (75%) tratava-se de estudos observacionais, descritivos do tipo transversal. Em nenhum trabalho houve seguimento da população estudada.

Algumas das aplicações da CIF, em nível individual, podem servir para traçar o nível de funcionalidade, planejamento de tratamento individual, comunicação entre profissionais de saúde e correlacionados e auto avaliação entre os usuários. Em relação ao nível social, desenvolvimento de políticas sociais, avaliação de necessidades, avaliação ambiental de projeto arquitetônico e implantação de acessibilidade. Já no nível institucional, propósitos educacionais e de treinamento, planejamento de recursos e desenvolvimento e avaliação de gerenciamento e resultados.2 Outra maneira de utilizar a CIF é através do Checklist.* O documento tem também o objetivo de facilitar o uso da ferramenta e consiste da seleção de 125 categorias das 1454 presentes no documento original.1

Áreas importantes da reabilitação, como, pneumologia, cardiologia, desportiva, dentre outras, ainda não foram contempladas com publicações. O fato de a classificação ser recente e também pela complexidade de se classificar fenômenos multifatoriais, como a funcionalidade e a incapacidade contribuem para a ausência de publicações em algumas áreas. Portanto, há uma eminente necessidade de divulgação e disseminação da ferramenta entre todas as áreas da saúde, uma vez que a CIF traz consigo uma mudança de paradigma, saindo do modelo biomédico e partindo para um modelo mais avançado de entendimento da funcionalidade, o modelo biopsicossocial.

O presente trabalho apresenta como uma de suas limitações o fato de não terem sido contemplados na revisão, os trabalhos realizados no Brasil que por ventura tenham sido publicados em revistas internacionais, como, os trabalhos de Teixeira-Salmella,4 Faria-Fontini52 e Riberto.53,54

Existem algumas dificuldades para implantação da CIF em decorrência da ferramenta propor o que avaliar e não como avaliar, pois, os instrumentos apropriados dependem do usuário e do propósito e sempre haverá muitas opções de medição, sendo necessários ainda refinamentos e modificações na classificação. Outra questão limitante é o fato de os qualificadores requererem padronização e apresentarem certa dificuldade em suas características psicométricas. No entanto, tais dificuldades e obstáculos somente serão solucionados se houver adesão por parte dos profissionais e utilização prática da CIF, chegando assim, a um maior aprimoramento do instrumento.


CONCLUSÃO

Nossos resultados apontam para 39 publicações nacionais referentes à CIF que se encontram dentro dos critérios de inclusão no período estudado. Os trabalhos originais representaram a maioria das publicações. Áreas importantes da reabilitação não apresentam trabalhos sobre o tema. Também no campo da saúde coletiva não foram encontrados artigos sobre a ferramenta. A presente pesquisa aponta áreas da saúde/reabilitação em que já existem publicações sobre teoria e aplicação prática da CIF, proporcionando direcionamento para as próximas pesquisas ou artigos em áreas ainda não contempladas ou reforçando as linhas de pesquisa já existentes. Além disso, esta pesquisa divulga o conhecimento já existente sobre a CIF no Brasil e aponta os periódicos que têm linha editorial permeável ao tema.


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