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Número atual: Março 2014 - Volume 21  - Número 1


ARTIGO ORIGINAL

Prevalência de dor osteomuscular em profissionais de enfermagem de equipes de cirurgia em um hospital universitário

Prevalence of musculoskeletal pain among nursing surgery teams


Cristiane da Rocha Vidor1; Mahmud Ahmad Ismail Mahmud2; Leonardo Fontanive Farias3; César Augusto Silva1; Juliana Nery Ferrari4; João Carlos Comel5; Maurice Zanini5; Rosane Maria Nery1; Antônio Cardoso dos Santos6; Marco Antônio Stefani6

DOI: 10.5935/0104-7795.20140002

1. Educador Físico
2. Fisioterapeuta, Serviço de Medicina Física e Reabilitação, Hospital de Clínicas de Porto Alegre
3. Educador Físico, Serviço de Medicina Física e Reabilitação, Hospital de Clínicas de Porto Alegre
4. Acadêmica de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
5. Doutorando, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
6. Professor, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS


Endereço para correspondência:
Rosane Maria Nery
Hospital de Clínicas de Porto Alegre/Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Rua Ramiro Barcelos, 2350
Porto Alegre/RS CEP 90035-007
E-mail: rosane.nery@gmail.com

Recebido em 19 de Fevereiro de 2014.
Aceito em 28 Fevereiro de 2014.
Suporte Financeiro: FIPE/HCPA


Resumo

Dentre as profissões da área da saúde, a enfermagem, em particular, tem sido afetada pelos distúrbios musculoesqueléticos produzindo alterações na vida desses trabalhadores, impossibilitando-os de realizarem atividades cotidianas e laborais.
OBJETIVO: Investigar a prevalência de dor osteomuscular e a associação com a qualidade de vida em profissionais de enfermagem que atuam em equipes de cirurgia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
MÉTODO: Estudo transversal realizado entre março de 2011 e janeiro de 2012, em um hospital universitário terciário do sul do Brasil. Foram avaliados 110 trabalhadores de enfermagem das equipes de cirurgia. Foram excluídos os trabalhadores em licença saúde, férias ou outro tipo de afastamento durante o período de coleta dos dados. A dor osteomuscular foi avaliada através do questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares e a qualidade de vida foi avaliada através do questionário Medical Outcomes Study 36 - Item Short-Form Survey (SF-36). As relações entre dor osteomuscular e qualidade de vida foram analisadas através do Teste U de Mann-Whitney, utilizando nível de significância de 95%.
RESULTADOS: A prevalência de dor osteomuscular encontrada neste estudo foi de 91,81%. Com relação às regiões anatômicas, considerou-se as queixas de dor osteomuscular retroativo há doze meses, onde o predomínio foi de dor no pescoço (56%) e ombros (56%). Quando consideramos afastamento por dor osteomuscular encontramos a prevalência de dor lombar (34%). O grupo que não relatou dor osteomuscular apresentou melhores índices de qualidade de vida nos domínios de capacidade funcional, aspectos físicos, dor, vitalidade, aspectos sociais e saúde mental.
CONCLUSÃO: A dor osteomuscular apresenta maior prevalência nas regiões do pescoço e ombros. Além disso, o maior número de afastamentos ocorre por prevalência de dor lombar entre os trabalhadores de enfermagem das equipes de cirurgia. A dor influenciou na qualidade de vida afetando seis dos domínios avaliados.

Palavras-chave: Transtornos Traumáticos Cumulativos, Enfermagem de Centro Cirúrgico, Qualidade de Vida




INTRODUÇÃO

As Lesões por esforço repetitivo e/ou Distúrbios Osteomuscular Relacionada ao Trabalho (LERDORT) são termos abrangentes que se referem, aos distúrbios ou doenças do sistema musculoesquelético, principalmente dos membros superiores, ocasionadas ou não pela atividade laboral. Nos últimos 20 anos o mundo tem assistido ao progressivo crescimento das mesmas. As doenças do sistema musculoesquelético estão entre os principais problemas de saúde pública e muitas vezes causam incapacidade para o trabalho, temporária ou permanente, bem como a geração de custos significativos para as organizações públicas, privadas e o Estado.1,2 A LERDORT se caracteriza pela ocorrência de vários sintomas, concomitantes ou não, tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga de aparecimento insidioso, geralmente, na região cervical, cintura escapular e/ou membros superiores, mas podendo também acometer os membros inferiores.3,4

Dentre as profissões da área da saúde, a enfermagem, em particular, tem sido afetada pelos distúrbios musculoesqueléticos. Pesquisas realizadas em vários países mostram prevalências superiores a 80% de ocorrência dos mesmos em trabalhadores de enfermagem. Estudos brasileiros mostram prevalências de 93% desses distúrbios.5,6

No ambiente hospitalar os trabalhadores estão expostos a uma série de riscos ocupacionais decorrentes de fatores físicos, químicos, que podem provocar acidentes de trabalho e adoecimento quando não são adotadas medidas de segurança.3,7 As LERDORT produzem alterações na vida desses trabalhadores, pois os impossibilita de realizar, não apenas a atividade profissional, mas a maior parte das atividades cotidianas. Esta doença geralmente evolui para uma forma crônica e com presença permanente de dor em mais de 60% dos casos.8,9

Um estudo de caráter descritivo e retrospectivo sobre doenças do sistema osteomuscular em 23 instituições atendidos pela Divisão de Assistência a Saúde do Trabalhador realizada na Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais-Brasil, encontraram entre 469 trabalhadores ativos de enfermagem e 3.045 auxiliares de enfermagem um elevado número de dorsopatias, e transtorno dos tecidos moles, onde a coluna vertebral foi uma das estruturas mais atingidas por distúrbios osteomusculares.10 No entanto, pouco se tem estudado a respeito da prevalência de dor osteomuscular e qualidade de vida em trabalhadores de enfermagem dos centros cirúrgicos. Estes desenvolvem atividades que vão desde aquisição, manuseio de equipamentos específicos, assistência ao paciente no pré, intra e pós-operatório e a presença de fatores de risco pertinentes ao ambiente.11


OBJETIVO

Avaliar a prevalência de dor osteomuscular e fatores de risco em trabalhadores de enfermagem de equipes de cirurgia, além de verificar se a dor osteomuscular apresenta associação com a qualidade de vida dos mesmos.


MÉTODO

Estudo transversal, realizado entre março de 2011 e janeiro de 2012, em um hospital universitário terciário do sul do Brasil com trabalhadores de enfermagem das unidades cirúrgicas. Os profissionais avaliados são do bloco cirúrgico, centro de cirurgia ambulatorial, sala de recuperação, centro de materiais esterilizados. Os membros das equipes trabalham em turnos diurnos e noturnos com carga horária de 36 ou 44 horas semanais, dependendo do regime de contratação.

Foram realizadas reuniões com as chefias para apresentação do projeto e solicitação de permissão para que os funcionários pudessem participar da coleta de dados durante o expediente. As avaliações foram feitas em dias previamente marcados pelas chefias das equipes de cirurgia. Foram excluídos os trabalhadores em licença saúde, férias ou outro tipo de afastamento durante o período de coleta dos dados.

O perfil dos trabalhadores foi traçado através de um questionário estruturado sobre fatores sóciodemográficos, antropométricos e clínicos. Consideramos trabalhadores fisicamente ativos aqueles que praticam pelo menos 3 vezes por semana por 30 minutos conforme recomendação do Americam College of Sports Medicine.12 Em relação à Ginástica Laboral, consideramos participantes aqueles trabalhadores que frequentavam as aulas cinco vezes por semana, por 15 minutos cada sessão sendo estas orientadas por um profissional de Educação Física. A dor osteomuscular foi avaliada através do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares. O instrumento consiste em escolhas múltiplas ou binárias quanto à ocorrência de sintomas nas diversas regiões anatômicas. O respondente deve relatar a ocorrência dos sintomas considerando os 12 meses anterior ao teste, bem como relatar a ocorrência de afastamento das atividades rotineiras no último ano.13 A qualidade de vida foi avaliada através do questionário Medical Outcomes Study 36 - Item Short-Form Survey (SF-36), questionário com 36 itens que medem oito domínios (variáveis): capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais, aspectos emocionais e saúde mental. O valor das questões em notas dos 8 domínios variam de 0 (zero) a 100 (cem), onde 0 = pior e 100 = melhor para cada domínio.14 A dor geral foi avaliada através da Escala Visual Análoga (EVA) que consiste em uma linha horizontal com 10 centímetros de comprimento, assinalada em uma de suas extremidades a classificação "SEM DOR" e, na outra, a classificação "DOR MÁXIMA". O voluntário realiza a marcação com um traço no ponto que representa a intensidade de sua dor.15 A capacidade funcional da coluna foi avaliada através do Questionário Oswestry Disability índex 2.0. O questionário é composto de dez sessões (Intensidade da dor, cuidados pessoais, erguer, caminhar, sentar, permanecer em pé, sono, vida sexual, vida social, e viagem) com 6 questões cada, com escores de zero a 5, e o valor final é obtido pela soma total e dado em porcentagem de zero a 100%.16

Considerando-se encontrar uma prevalência de 85% de dor osteomuscular com amplitude total de 0,15 em um intervalo de confiança de 95%, do total de 276 trabalhadores de enfermagem das equipes de cirurgia convidados para participar do estudo, 110 profissionais aceitaram participar do trabalho e assinaram o termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Os dados coletados foram analisados através do programa Statistical Package For Social Sciences (SPSS versão 18.0). As variáveis categóricas são apresentadas através de frequências absolutas e percentagens. As variáveis contínuas foram submetidas para análise de normalidade através dos testes de Kolmogorov-Smirnov e de Shapiro-Wilk. Variáveis com distribuição normal são apresentadas por média e desvio padrão, sendo aquelas sem distribuição normal apresentada como mediana e amplitude interquartílica (AIQ). A associação entre os domínios do SF36 e os achados do Questionário Nórdico dos Sintomas Osteomusculares foi analisada através do Teste U de Mann-Whitney. Em todas as análises um valor p < 0,05 foi considerado signifcativo.


RESULTADOS

Do total de 276 trabalhadores de enfermagem das equipes de cirurgia convidados para participar do estudo, 110 aceitaram participar. Na Tabela 1 estão demonstradas as variáveis demográficas, antropométricas e clínicas dos trabalhadores de enfermagem das equipes de cirurgia.




A prevalência de sintomas osteomusculares foi observada em (91,81%) trabalhadores de enfermagem. A Tabela 2 apresenta a distribuição dos sintomas osteomusculares nos últimos 12 meses e os respectivos afastamentos por dor.




Na Tabela 3, observam-se os valores dos escores obtidos para cada um dos domínios do SF-36 entre os trabalhadores de enfermagem. Considerando-se que o escore em cada domínio pode variar de zero a 100.




Na Tabela 4, apresentam-se os valores dos domínios do SF-36 nos trabalhadores com a presença de dor osteomuscular (91,81%) e ausência de dor osteomusculares (8,19%).




DISCUSSÃO

Nosso estudo demonstrou que os trabalhadores de enfermagem apresentam elevada prevalência de dor osteomuscular nas regiões de ombro e pescoço e lombar num período de 12 meses e foi similar aos achados de Morofuse et al.17 que referiram à ocorrência de 94,8% de sintoma osteomuscular nos último 12 meses indicando que os enfermeiros, auxiliares e atendentes de enfermagem tiveram as mesmas estruturas anatômicas atingidas, ou seja, membros superiores e coluna vertebral. Pesquisas similares mostram uma elevada ocorrência de distúrbios musculoesqueléticos em trabalhadores de enfermagem nos últimos 12 meses onde o predomínio de dor está localizado nos membros superiores entre 80% a 93%.6,10,18,19

Esses dados vão ao encontro do estudo de Alencar et al.4 que encontraram sintomas de dores osteomusculares nos últimos 30 dias em 62,7% dos trabalhadores, sendo as regiões das dores mais prevalentes: lombar, cervical, ombros e joelhos. O ritmo de trabalho, pressão temporal e pequena quantidade de funcionários para as demandas exigidas, também influenciaram na presença de dores músculo-esqueléticas, concluindo que os fatores relacionados à organização do trabalho influenciaram nas desordens osteomusculares.

Em relação aos afastamentos dos trabalhadores de enfermagem os maiores índices ocorreram por causa da dor lombar, destes um percentual elevado apresentam baixa capacidade funcional da coluna. Comparativamente o estudo realizado por Gurgueira et al.6 mostra a relação de dor osteomuscular com afastamentos por dores lombares (93%) num período de 12 meses retroativos a pesquisa. Parada et al.20 fizeram um levantamento nas Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT), no período de 1990 a 1997, em um hospital universitário e identificaram que, dos 531 acidentes notificados, 37 (7%) estavam relacionados a lesões na coluna vertebral. Os trabalhadores mais acometidos foram auxiliares (39,1%) e atendentes (39,1%) de enfermagem, em virtude, principalmente, das atividades de movimentação e de transporte de pacientes e das quedas em pisos escorregadios.

Pignati et al.21 em seu estudo demonstraram a importância da região lombar para o trabalho dos profissionais de enfermagem, por ser uma região de sustentação do corpo e de rotação do tronco e, muitas vezes, utilizada de forma inadequada pela má postura e carregamento de pesos. A musculatura das costas é a que mais sofre com o levantamento de pesos, pois ao levantar um peso com as mãos, o esforço é transferido para a coluna vertebral. A estrutura da coluna vertebral, composta de discos superpostos, embora capaz de suportar uma grande força no sentido vertical, é muito frágil a forças que não tenham a direção do seu eixo.

Em nosso estudo encontramos um alto índice de trabalhadores que não praticam nenhum tipo de atividade física, sendo um fator que pode estar associado ao aparecimento de dores osteomusculares. Relato da Organização Mundial da Saúde mostra a importância do exercício no condicionamento muscular na diminuição da ocorrência de lesões musculares por esforços e no aumento da flexibilidade das estruturas de suporte da coluna vertebral.22 Embora muitos estudos já tenham comprovado os benefícios do exercício físico regular, há uma expressiva parcela da população que é sedentária. Entre os brasileiros, 80,3% não praticam exercícios habitualmente.23,24

Em relação à qualidade de vida demonstramos que o grupo que relatou dor osteomuscular apresentou significantemente índices piores nos domínios: capacidade funcional, aspectos físicos, dor, vitalidade, aspectos sociais e saúde mental. Corroborando com nossos achados estudo de Célia et al.19 com trabalhadores de enfermagem encontraram vários aspectos que estão comprometidos na qualidade de vida, particularmente a dor, os aspectos sociais e a vitalidade. No estudo de Oler et al.11 com trabalhadores de enfermagem do Centro Cirúrgico os resultados apontam que a qualidade de vida se mostrou prejudicada nos domínios dor, vitalidade, aspectos sociais, aspecto físico e saúde mental, o que evidencia que a dor osteomuscular é um fator importante na qualidade de vida de trabalhadores de enfermagem cirúrgica. O que pode se pressupor que esse tipo de atividade é sujeita a fatores de risco significativos tanto físico como organizacionais.

Considerando-se que qualidade de vida é a percepção que cada um tem de si num dado momento e lembrando ainda que qualidade de vida e a saúde estão sempre correlacionadas, a presença da doença, da dor e do mal estar físico ou psíquico compromete radicalmente a qualidade de vida. Podemos dizer que a dor osteomuscular influencia sobremaneira essa percepção e repercute inadequadamente no quão satisfeita, feliz e atendida nas suas expectativas de vida, esta esse trabalhador.25


CONCLUSÃO

Os trabalhadores de enfermagem são acometidos por elevada prevalência de dor osteomuscular que atingem principalmente a região do pescoço e ombros. Além disso, a dor na região lombar é a responsável pelo maior número de afastamentos entre trabalhadores de enfermagem de equipes cirúrgicas. O grupo que não relatou dor osteomuscular apresentou melhores índices de qualidade de vida nos domínios de capacidade funcional, aspectos físicos, dor, vitalidade, aspectos sociais e saúde mental.


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