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Aplicação das escalas <em>Fugl-Meyer Assessment</em> (FMA) e <em>Wolf Motor Function Test</em> (WMFT) na recuperaçãofuncional do membro superior em pacientespós-acidente vascular encefálico crônico: revisão de literatura

Application of the Fugl-Meyer Assessment (FMA) and the Wolf Motor Function Test (WMFT) in the recovery of upper limb function in patients after chronic stroke: a literature review

Cauê Padovani1; Cristhiane Valério Garabello Pires2; Fernanda Pretti Chalet Ferreira3; Gabriela Borin4; Thais Raquel Martins Filippo5; Marta Imamura5; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa5; Linamara Rizzo Battistella6

Acta Fisiátr.2013;20(1):42-49

Estima-se que de 45 a 75% dos adultos que sofreram um Acidente Vascular Encefálico (AVE) têm dificuldade de utilizar o membro superior (MS) hemiparético nas atividades de vida diária (AVD's) na fase crônica. Escalas funcionais são utilizadas na prática da reabilitação e em pesquisas para diagnósticos, prognósticos e resposta a tratamentos. As escalas Wolf Motor Function Test (WMFT) e Fugl-Meyer Assessment (FMA) são instrumentos muito citados na literatura.
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi verificar a aplicação das escalas WMFT e FMA na recuperação funcional do membro superior em pacientes pós AVE crônico.
MÉTODO: Foi realizada uma revisão de literatura com busca nas bases de dados do MedLine (PubMed) de artigos publicados de 2000 a 2013. Adotou-se como estratégia de pesquisa o método (P.I.C.O.). Os descritores utilizados para a pesquisa foram: (stroke OR cerebrovascular disorders OR intracranial arteriosclerosis OR intracranial embolism and thrombosis) AND (fugl-meyer assessment OR wolf motor function test). Foi utilizado therapy narrow como filtro de busca.
RESULTADOS: Foram encontrados 181 estudos, 89 foram eliminados por não preencherem os critérios de inclusão ou por não apresentarem tema relevante à pesquisa. Após a seleção por título e resumo, 92 artigos foram lidos na íntegra. Destes, 47 foram excluídos por não contemplarem o objetivo da presente pesquisa. No total, 45 artigos foram revisados. Houve predomínio da utilização da ferramenta FMA e verificou-se que 80% dos estudos aplicaram esta escala para avaliar respostas a diferentes tipos de terapias. Nestes estudos, a intervenção mais utilizada foi a Terapia de Contensão Induzida (TCI) (25%), seguida pela Terapia Robótica (22,2%). Apesar do WMFT ter sido inicialmente desenvolvido para avaliar os efeitos da TCI, nos dias de hoje verifica-se sua utilização para avaliar a recuperação funcional de pacientes com sequelas de AVE após aplicação de outras técnicas. Em nossa pesquisa, 44,4% dos estudos utilizaram o WMFT, destes, 35% avaliaram os efeitos da TCI, 15% da terapia robótica de MS e 65% usaram diferentes terapias.
CONCLUSÃO: Em estudos controlados randomizados, a FMA foi a escala mais utilizada para avaliar a recuperação funcional do MS em pacientes com AVE crônico, inclusive após aplicação de terapia robótica. Porém, verificamos que ela não é a escala mais indicada para avaliar os mesmos desfechos após utilização da TCI. Entretanto, a WMFT foi a escala mais utilizada para avaliação funcional após aplicação da TCI e mostrou-se mais sensível que a FMA na terapia bilateral, além de alta aplicabilidade na terapia de realidade virtual.


Palavras-chave: Acidente Vascular Encefálico, Extremidade Superior, Reabilitação, Questionários, Literatura de Revisão como Assunto

Câncer de pulmão: reabilitação

Lung neoplasms: rehabilitation

Rebeca Boltes Cecatto; Elisangela Marinho Pinto Almeida; Maíra Saul; Christina May Moran de Brito; Rodrigo Guimarães Andrade; Marta Imamura; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):63-67


Palavras-chave:

Distonias: reabilitação

Dystonias: rehabilitation

Tatiane Lopes Teixeira Almeida; Lilian Falkenburg; Maria Angela de Campos Gianni; Maria Inês Paes Lourenção; Maria Inês Nacarato; Tatiana Domingues Pedroso; Thaís Tavares Terranova; Lucas Martins de Exel Nunes; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):68-74


Palavras-chave:

Hérnia de disco lombar: tratamento

Lumbar disc herniation: treatment

Lilian Braighi Carvalho, Aline Oyakawa; Renato Silva Martins; Pedro Claudio Gonsales de Castro; Luísa Moares Nunes Ferreira; Julia Santos Assis de Melo; Tays Rodrigues Dilda; Fábio Marcon Alfieri; Marta Imamura; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):75-82


Palavras-chave:

LER-DORT em membros superiores: reabilitação

Cumulative trauma disorders in upper limbs: rehabilitation

Gustavo Fadel; Viviane Duarte Correia; Arlete Camargo de Melo Salimene; Fábio Marcon Alfieri; Marta Imamura; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):83-88


Palavras-chave:

Lombalgia inespecífica crônica: reabilitação

Chronic lumbar pain: rehabilitation

Roberto Del Valhe Abi Rached; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Fabio Marcon Alfieri; Silvia Maria Camillo Amaro; Bruno Nogueira; Luciana Dotta; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2012;19(2):99-113


Palavras-chave:

Neuropatias - Síndrome de Guillain-Barré: reabilitação

Neuropathies - Guillain-Barré syndrome: rehabilitation

Tatiana Amadeo Tuacek; Gracinda Rodrigues Tsukimoto; Carmen Silvia Figliolia; Maiara Celina de Carvalho Cardoso; Denise Rodrigues Tsukimoto; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):89-95


Palavras-chave:

Osteoporose em lesão medular: reabilitação

Osteoporosis in spinal cord injury: rehabilitation

Marta Imamura; Marina da Paz Takami; Sofia Bonna Boschetti Barbosa; Alyne Rangifo da Silva; Carolina Mendes Pinheiro; Leda Maria de Campos Guerra; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):112-117


Palavras-chave:

Relação entre a Medida de Independência Funcional e o Core Set da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde para acidente vascular encefálico

The Relationship between the Functional Independence Measure and the International Classification of Functioning, Disability, and Health Core Set for stroke

Andersom Ricardo Fréz1; Bruna Antinori Passeggio Vignola2; Helena Hideko Seguchi Kaziyama2; Luisa Carmen Spezzano2; Thais Raquel Martins Filippo3; Marta Imamura3; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa3; Linamara Rizzo Battistella4

Acta Fisiátr.2013;20(1):24-28

Para a avaliação da funcionalidade do paciente com acidente vascular encefálico (AVE) existem diversos instrumentos, entre eles a Medida de Independência Funcional (MIF). A partir da aprovação da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) foi desenvolvido o Core Set para indivíduos com AVE, o qual passou a considerar os componentes da CIF para o entendimento da funcionalidade e da incapacidade física destas pessoas.
OBJETIVO: Foi estabelecer uma relação entre a MIF e o Core Set da CIF para pacientes com sequelas de AVE.
MÉTODO: Considerando as descrições das atividades da MIF e as definições das categorias da CIF, foram selecionadas as categorias do Core Set da CIF para pessoas com AVE relacionados às tarefas avaliadas pela MIF. Foi considerado o que contemplava cada atividade da MIF, a descrição detalhada e as definições de cada categoria da CIF. Foi proposta uma relação entre os indicadores quantitativos e qualitativos da CIF e as escalas e níveis de função da MIF. Estabeleceu-se uma relação inversa entre a escala da MIF e os qualificadores da CIF, pois quanto menor a escala da MIF maior o comprometimento, já para a CIF, quanto menor o qualificador menor o comprometimento.
RESULTADOS: Das 130 categorias de segundo nível utilizadas no Core Set 27 (20,8%) foram relacionadas às atividades da MIF, sendo oito (29,6%) dos componentes das funções do corpo, 17 (63%) das atividades e participação e dois (7,4%) dos fatores ambientais. Para as 10 categorias que fazem parte da versão abreviada deste Core Set, apenas cinco foram relacionadas às atividades da MIF.
CONCLUSÃO: O presente estudo evidenciou que a escala MIF está centrada no indivíduo, não correlacionando fatores externos que influenciam na realização das atividades. A escala CIF possui parâmetros adequados e permite uma visão biopsicossocial do indivíduo, abrangendo desde as disfunções e deficiências dos indivíduos acometidos com por AVE até a influência destes fatores nas atividades sociais e no meio ambiente.


Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Reabilitação

Síndrome do manguito rotador: reabilitação

Rotator cuff syndrome: rehabilitation

Roberto Abi Rached; Danielle Bianchini Rampim; Rafael Hossamu Yamauti; Meyre Sato Azeka; Renata Moraes dos Santos; Beatriz Guidolin; Pericles Tey Otani; Ricardo Bocatto Oliveira; Carolina Pastorin Castineira; Fernanda Martins; Fábio Marcon Alfieri; Sandra Alamino Felix de Moraes; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella; Wanderley Marques Bernardo

Acta Fisiátr.2013;20(2):96-105


Palavras-chave:

Terapia de ultrassom e estimulação elétrica transcutânea neuromuscular para a tratamento do linfedema de membro superior pós-mastectomia

Ultrasound therapy and transcutaneous electrical neuromuscular stimulation for management of post-mastectomy upper limb lymphedema

Marisa Augusta Gomes de Sousa1; Rebeca Boltes Cecatto2; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa3; Christina May Moran de Brito2; Linamara Rizzo Battistella4

Acta Fisiátr.2014;21(4):189-194

Objetivo: Avaliar o efeito da estimulação elétrica transcutânea ou terapia de ultra-som no tratamento de pós-mastectomia linfedema do membro superior. Método: revisão sistemática da literatura foi realizada 1980-2012 do MedLine, Cochrane Library, LILACS e SciELO. Os termos utilizados na pesquisa foram (neoplasia de mama ou câncer de mama ou de linfedema) e (hipertermia, induzido ou diatermia ou terapia de ultra-som ou ultra-som ou a estimulação elétrica nervosa transcutânea ou dezenas). As seleções dos estudos eram de pacientes mulheres com linfedema pós-mastectomia membro superior que foram submetidos a diatermia por terapia de ultra-som e estimulação elétrica nervosa transcutânea. Só randomizado (RCT) e projetos quase randomizados do estudo foram incluídos (ambos estreita e Broad Therapy). Somente estudos publicados no formato de artigo completo foram incluídos. Depois de analisar os 2.158 resumos resultantes da pesquisa, foram selecionados apenas dois artigos. Dois pesquisadores analisaram os dois artigos, usando o Van Tulder e JADAD escalas para avaliação da qualidade. Resultados: Ambos os trabalhos avaliaram o uso da terapia de ultra-som e estimulação elétrica para o tratamento do linfedema pós-mastectomia. Um total de 132 indivíduos foram incluídos em ambos os estudos, e pouca melhora foi observada em redução ou a qualidade de vida da dor. Somente o estudo usando a terapia de ultra-som identificada uma pequena redução nos sintomas de linfedema. No entanto evidências que suportam a aplicação deste método está faltando. Conclusão: Mais estudos são necessários para avaliar o uso da terapia de ultra-som ou eletroterapia para o tratamento de linfedema pós-mastectomia e para avaliar o efeito potencial dessas terapias no desenvolvimento posterior da doença metastática.


Palavras-chave: Neoplasias da Mama, Linfedema, Reabilitação, Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea

Ulceras por pressão: tratamento

Pressure ulcer: treatment

Talita Justino dos Santos Rosa; Lisley Keller Liidtke Cintra; Karla Barbosa de Freitas; Priscila Ferreira Dourado Laurindo de Alcântara; Fernando Spacassassi; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):106-111


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